Não como um reflexo de nuvens de passagem
Ou como o anjo que desfaleceu no meu coração,
Mas como a tempestade que fustiga o mundo
Estendido sob o seu manto de abrigados céus…
Não como o corvo negro de todas as profecias
Ou o nocturno rouxinol das melodias celestiais,
Nem ainda como a borboleta de alvas asas
Que rasga todas as minhas Primaveras…
Não como todas as entidades míticas que não sou,
Mas como o murmúrio da imaginação viva em mim,
Abrir-se-ão ao vento as minhas asas de poesia
E, no silêncio de todos os séculos,
Voarei na brisa de todas as memórias.
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Parabéns pelo poema e por ter aberto um blog aqui no horabsurda.com! Espero que goste e que traga para cá os seus amigos.
Cumprimentos
Henrique Sousa
EXCELENTES TODOS OS POEMAS QUE LI!
PARA ALEM DE EXCELENTES, DIRIA EU!
PARABENS!
Saudacoes Poeticas.
Heloisa B.P.