Não como um reflexo de nuvens de passagem

Ou como o anjo que desfaleceu no meu coração,

Mas como a tempestade que fustiga o mundo

Estendido sob o seu manto de abrigados céus…

Não como o corvo negro de todas as profecias

Ou o nocturno rouxinol das melodias celestiais,

Nem ainda como a borboleta de alvas asas

Que rasga todas as minhas Primaveras…

Não como todas as entidades míticas que não sou,

Mas como o murmúrio da imaginação viva em mim,

Abrir-se-ão ao vento as minhas asas de poesia

E, no silêncio de todos os séculos,

Voarei na brisa de todas as memórias.

 

3 comentários para “Voarei”
  1. Hi, this is a comment.
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  2. Parabéns pelo poema e por ter aberto um blog aqui no horabsurda.com! Espero que goste e que traga para cá os seus amigos.
    Cumprimentos
    Henrique Sousa

  3. EXCELENTES TODOS OS POEMAS QUE LI!
    PARA ALEM DE EXCELENTES, DIRIA EU!

    PARABENS!

    Saudacoes Poeticas.

    Heloisa B.P.

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